A PEDIATRIA
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
sábado, 2 de abril de 2011
INFECÇÃO URINÁRIA EM CRIANÇA
INFECÇÃO URINÁRIA NA CRIANÇA
-Corresponde a cerca de 5% das queixas ambulatoriais.
-Do Rn ao 6º mês, predomina no sexo masculino, daí em diante no sexo feminino, na proporção de 20:1.
-O pico de incidência se dá dos 3 aos 4 anos de idade.
-Dentro do 1º ano de vida, a ITU febril corresponde a pielonefrite em 90% dos casos.
-São freqüentes as reinfecções, mais em meninas.
-Nas recidivas, fazer quimioprofilaxia, mesmo em assintomáticos, usando, preferencialmente a nitrofurantoína.
-Nas ITU ocorrem 30-50% de RVU,evoluindo para nefropatia de refluxo em 50%.
-Coleta de urina: jato médio na criança maior,pra urocultura, considerando positiva se = ou >100.000 UFC/ml .Na criança menor, a coleta deve ser por PSP ou SV(positiva se = ou >1000 UFC/ml)
-A coleta por SC(saco coletor) tem importância para exclusão da ITU, quando negativa,pois ocorre 85% de falsos positivos.
-Nas ITU, 80-90% devem-se à Escherichia coli(originária da flora intestinal), seguindo-se do Proteus.
-Tipos de ITU: Bacteriúria assintomática, cistite, pielonefrite.
-A IL-6 é responsável pela febre(de origem renal) e a IL-8 pela leucocitúria.
-Cicatrizes renais pielonefríticas: podem evoluir para IR Crônica,HÁ e Proteinúria(glomeruloesclerose secundária)
-Infecção por Proteus(mirabilis e vulgaris)-ocorre mais em meninos, propiciam formação de cálculos renais de estruvita.
-Staphilococcus saprophyuticus, ocorrem adolescentes sexualmente ativas, causando cistite com hematúria.
-A circuncisão reduz em 90% o risco de ITU.
-ITU com sintomas urináriso reconhecidos só ocorrem acima de 2 anos de idade, após o controle esfincteriano.
-Todo lactente com febre indeterminada por 48-72h deve realizar urocultura.
-US dos rins e vias urinárias, para triagem de mal formações.
-UCM(UretroCistografiaMiccional), para investigar o trato urinário inferior,RVU.Reali-
zar ap´pos negativação da urocultura e na vigência da quimioprofilaxia, 4 a 6 semanas após o tratamento da infecção aguda.
-O RVU pode ter caráter intermitentes e não ser detectado à UCM, neste caso, fazer CISTOCINTILOGRAFIA DIRETA.
-UGE(Urografia Excretora)-para avaliação estrutural do rim(cicatriz pielonefrítica).
-Tratar a constipação intestina em paciente com ITU e as vulvovaginites em meninas.
-Cintilografia com DMSA, tem sensibilidade de 80% e especificidade de 100% para PN(áreas de hipocaptação)
-Bacteriúria assintomática, tem indicação de tratamento somente em gestantes.l
-Tratamento da ITU não-complicada: Nitrofurantoína=6mg/k/dia(máx. 300mg),8-8h, por 7 a 10 dias,com urocultura de controle 2-5 dias após a antibioticoterapia.
Ácido nalidíxico=30-50mg/k/dia,6-6 ou 8-8hs(máx. 2g/dia).
SMZ+TM = 50MG/K/DIA, 12-12H.
Cefalexina=50mg/k/dia(máx. 2g/dia), de 6-6 ou 8-8h(em RN e lactentes)
-Tratamento da ITU complicada-Pielonefrite aguda- via IM ou IV.
Aminoglicosídeo=15 mg/k/ida(máx. 1g/dia),IM/IV
Ceftriaxona=50mg/k/dose(máx. 1g/dia),IM/IV
Ciprofloxacin=20-30mg/k/dia(máx. 1.5g/dia).IV=100mg/k/dia,12-12h(200mg/100cc ou 400mg/200cc)
-Quimioprofilaxia:
Nitrofurantoína=1 a 2mg/k/dia, 1 a 2x.
Ácido nalidíxico=20mg/k/dia, 1 a 2x ao dia.
SMZ+TM = 0,5 cc/k/dia, ao deitar
Cefalexina=25mg/k/dia, 2 x
Indicações: RVU < 5 anos de idade, patologias urinárias associadas cirúrgicas, reinfecções freqüentes e durante a UCM.
-Contrôle do tratamento da ITU: EAS/Urocultura mensalmente no início, depois,.fazer de 2;2 meses.
-RVU de baixo grau, em 80% dos casos, desaparecem aos 4 anos.
-Frutas berry(Cranberry)-usadas no tto. de ITU, contêm proantocianina.Usar em forma de suco(de Cranberry).
-Drogas:
Nitrofurantoina-Hantina susp. 25mg/5cc,Macrodantina cp. 100mg
Ácido nalidíxico-Wintomylon 250mg/5cc, cp. 500m
SMZ+TM-Bactrim susp. 200mg/5cc, Bactrim F 400mg/5cc, cp.400mg, cp.F 800mg.
Cefalexina-Keflex gts(5mg/gts),susp. 250mg/5cc, dgea 0,5 e 1g
Aminoglicosídeo-Amicacina emp. 100, 250 e 500mg/2cc
Ceftriaxona-Rocefin IM 250,500mg e 1 g. IV 0,5 e 1 g
Ciprofloxacin-cp. 250 e 500mg, IV= 200mg/100cc e 400mg/200cc
Dr. Pedro V. Carrancho-Pediatria
Consultório: R. Mesquita Neto,29 – B. República-Vitória-ES-Cep:29070-140
E-mail: pedrocarrancho@gmail.com
sexta-feira, 25 de março de 2011
ATENDIMENTOS EM PRONTO SOCORRO
A raiva, originada de um longo tempo de espera para ser atendido, da descortezia na recepção ou da impessoalidade do ambiente, de acôrdo com pesquisas realizadas,se constitui no principal motivo que leva o paciente ou familiares a se revoltarem contra os sacrificados,incompreendidos e desvalorizados médicos ,que trabalham em Pronto Socorro.
Nos E.U.A., dentre os profissionais da medicina, os que mais mais sofrem com essa situação são os pediatras, seguidos pelos neurocirurgiões.No Brasil, com certeza, a situação não deve ser diferente.
Estudos já feitos demonstraram que há uma correlação direta entre a capacidade de comunicação do médico e menor quantidade de reclamações dos pacientes.Não só a atitude cuidadosa, a integridade profissional e a informação aos pacientes e/ou familiares são primordiais para minimizarem as queixas, como também as orientações padronizadas de alta ou instruções de liberação escritas para os pacientes e seus responsáveis.
Dentre os fatores mais importantes para a satisfação dos pacientes, atendidos em P.S., foram destacados: a rapidez no atendimento, a natureza dos cuidados profissionais e a organização da equipe médica.
Especificamente, no PS de atendimento pediátrico, as pesquisas realizadas demonstraram que as queixas mais comuns são: também o tempo de espera, a qualidade dos cuidados médicos, a atitude da equipe e os diagnósticos equivocados.
Nos E.U.A., dentre os profissionais da medicina, os que mais mais sofrem com essa situação são os pediatras, seguidos pelos neurocirurgiões.No Brasil, com certeza, a situação não deve ser diferente.
Estudos já feitos demonstraram que há uma correlação direta entre a capacidade de comunicação do médico e menor quantidade de reclamações dos pacientes.Não só a atitude cuidadosa, a integridade profissional e a informação aos pacientes e/ou familiares são primordiais para minimizarem as queixas, como também as orientações padronizadas de alta ou instruções de liberação escritas para os pacientes e seus responsáveis.
Dentre os fatores mais importantes para a satisfação dos pacientes, atendidos em P.S., foram destacados: a rapidez no atendimento, a natureza dos cuidados profissionais e a organização da equipe médica.
Especificamente, no PS de atendimento pediátrico, as pesquisas realizadas demonstraram que as queixas mais comuns são: também o tempo de espera, a qualidade dos cuidados médicos, a atitude da equipe e os diagnósticos equivocados.
PRONTO SOCORRO
A raiva, originada de um longo tempo de espera para ser atendido, da descortezia na recepção ou da impessoalidade do ambiente, de acôrdo com pesquisas realizadas,se constitui no principal motivo que leva o paciente ou familiares a se revoltarem contra os sacrificados,incompreendidos e desvalorizados médicos ,que trabalham em Pronto Socorro.
Nos E.U.A., dentre os profissionais da medicina, os que mais mais sofrem com essa situação são os pediatras, seguidos pelos neurocirurgiões.No Brasil, com certeza, a situação não deve ser diferente.
Estudos já feitos demonstraram que há uma correlação direta entre a capacidade de comunicação do médico e menor quantidade de reclamações dos pacientes.Não só a atitude cuidadosa, a integridade profissional e a informação aos pacientes e/ou familiares são primordiais para minimizarem as queixas, como também as orientações padronizadas de alta ou instruções de liberação escritas para os pacientes e seus responsáveis.
Dentre os fatores mais importantes para a satisfação dos pacientes, atendidos em P.S., foram destacados: a rapidez no atendimento, a natureza dos cuidados profissionais e a organização da equipe médica.
Especificamente, no PS de atendimento pediátrico, as pesquisas realizadas demonstraram que as queixas mais comuns são: também o tempo de espera, a qualidade dos cuidados médicos, a atitude da equipe e os diagnósticos equivocados.
Nos E.U.A., dentre os profissionais da medicina, os que mais mais sofrem com essa situação são os pediatras, seguidos pelos neurocirurgiões.No Brasil, com certeza, a situação não deve ser diferente.
Estudos já feitos demonstraram que há uma correlação direta entre a capacidade de comunicação do médico e menor quantidade de reclamações dos pacientes.Não só a atitude cuidadosa, a integridade profissional e a informação aos pacientes e/ou familiares são primordiais para minimizarem as queixas, como também as orientações padronizadas de alta ou instruções de liberação escritas para os pacientes e seus responsáveis.
Dentre os fatores mais importantes para a satisfação dos pacientes, atendidos em P.S., foram destacados: a rapidez no atendimento, a natureza dos cuidados profissionais e a organização da equipe médica.
Especificamente, no PS de atendimento pediátrico, as pesquisas realizadas demonstraram que as queixas mais comuns são: também o tempo de espera, a qualidade dos cuidados médicos, a atitude da equipe e os diagnósticos equivocados.
quinta-feira, 24 de março de 2011
O RECÉM NASCIDO...DICAS DO ESPECIALISTA....
O RECÉM NASCIDO...DICAS DO ESPECIALISTA...
O RECEM NASCIDO....ALGUMAS DICAS DE ESPECIALISTA...
por Pedro Carrancho, terça, 24 de novembro de 2009 às 20:18
Veja o que diz o pediatra e membro titular da Academia Brasileira de Pediatria, Jayme Murahovschi, a respeito das dúvidas mais freqüentes das mães nos primeiros meses de vida.Cuidados com o umbigo“O coto deve ser limpo apenas com algodão embebido em álcool 70% a cada troca de fralda. A região do umbigo deve estar sempre limpa, seca e arejada para que a queda ocorra nos 15 dias sem inflamações ou feridas”Banho“Bom saber que não há muito mistério nesse hábito de higiene. A mãe deve ter menos medo de cair água no ouvido ou molhar o umbigo como a parte externa do ouvido. Não há regras de como segurar a criança. A mãe deve encontrar a melhor posição para ela e o bebê e banhar seu filho com tranqüilidade e menos ansiedade. Ela precisa estar atenta á temperatura da água. Para ver se estar suportável, ela deve colocar o seu cotovelo na água para checar a temperatura antes de colocar o bebê na banheira”Cólicas“Vale a regra do três. As cólicas começam com três semanas de vida, duram pelo menos três horas, ocorrem pelo menos três vezes por semana e desaparecem aos três meses de idade. Geralmente tem horário fixo para acontecer: entre 18h e 23h. Para aliviar a dor do bebê, vale a pena fazer massagem suave sentido horário na barriga, flexionar as pernas para a eliminação de gases ou colocar o bebê de bruços em seu cal aquecido. Se nada disso resolver ou se os sintomas forem diferentes, consulte o seu pediatra para que ele indique uma medicação”Banho de Sol“A criança só deve ser levada para tomar sol na praça quando deixar de ser um recém-nascido. Ou seja, aos 30 dias de vida. O banho de sol deve ocorrer antes das 10h, por períodos curtos e aumentar progressivamente até durar 20 minutos. Mesmo ao completar um mês, é bom evitar levar o bebê em lugares fechados, onde pessoas estejam fumando ou gripadas”.
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por Pedro Carrancho, terça, 24 de novembro de 2009 às 20:18
Veja o que diz o pediatra e membro titular da Academia Brasileira de Pediatria, Jayme Murahovschi, a respeito das dúvidas mais freqüentes das mães nos primeiros meses de vida.Cuidados com o umbigo“O coto deve ser limpo apenas com algodão embebido em álcool 70% a cada troca de fralda. A região do umbigo deve estar sempre limpa, seca e arejada para que a queda ocorra nos 15 dias sem inflamações ou feridas”Banho“Bom saber que não há muito mistério nesse hábito de higiene. A mãe deve ter menos medo de cair água no ouvido ou molhar o umbigo como a parte externa do ouvido. Não há regras de como segurar a criança. A mãe deve encontrar a melhor posição para ela e o bebê e banhar seu filho com tranqüilidade e menos ansiedade. Ela precisa estar atenta á temperatura da água. Para ver se estar suportável, ela deve colocar o seu cotovelo na água para checar a temperatura antes de colocar o bebê na banheira”Cólicas“Vale a regra do três. As cólicas começam com três semanas de vida, duram pelo menos três horas, ocorrem pelo menos três vezes por semana e desaparecem aos três meses de idade. Geralmente tem horário fixo para acontecer: entre 18h e 23h. Para aliviar a dor do bebê, vale a pena fazer massagem suave sentido horário na barriga, flexionar as pernas para a eliminação de gases ou colocar o bebê de bruços em seu cal aquecido. Se nada disso resolver ou se os sintomas forem diferentes, consulte o seu pediatra para que ele indique uma medicação”Banho de Sol“A criança só deve ser levada para tomar sol na praça quando deixar de ser um recém-nascido. Ou seja, aos 30 dias de vida. O banho de sol deve ocorrer antes das 10h, por períodos curtos e aumentar progressivamente até durar 20 minutos. Mesmo ao completar um mês, é bom evitar levar o bebê em lugares fechados, onde pessoas estejam fumando ou gripadas”.
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Postado por carrancho às 16:17 
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